domingo, 12 de setembro de 2021
sexta-feira, 3 de setembro de 2021
Quanto vale um bom sorriso? – Livro Vibrações de Paz em Família – Estudo 34 – Wanderley Oliveira / Espírito Ermance Dufaux.
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de
Deus; Ateus 5:9.
Na esfera das permutas da
vida, o bom sorriso tem preço elevado. É bem cotado em quaisquer ensejos.
Para os tristes é moeda de
esperança e alento.
Para os irritados é
investimento calmante.
Para os revanchistas é
convite à pacificação.
Para os invejosos é
dissolvente dos maus sentimentos.
Para os tiranos é senha de
libertação.
Para os amargurados é
estímulo à melhora.
Para os familiares é
declaração de afeto.
Para os estranhos é atestado
de aceitação.
Para os excluídos é
acolhimento fraternal.
Para os doentes é canção de
otimismo na recuperação.
Para o irmão de ideal é
mensagem viva do Evangelho em nós.
Sorrir faz bem. O movimento
da musculatura facial tem benefícios comprovados para a saúde corporal, além de
excelente preventivo para o humor na vida mental.
Sua ausência tem estimulado
mal-entendidos, inimizades, pessimismo, afastamentos e indisposições que oneram
as relações com ampliada dose de dúvidas e desconfianças sobre os sentimentos
que carregamos.
Sorrir é exercício feliz
para a paz na convivência e mensagem de luz irradiando no coração. O bom
sorriso é um ato de cordialidade que transmite o que mil palavras não conseguem
dizer, recolhendo da vida as vibrações elevadas, que são extensa fonte de paz e
felicidade em favor de nós mesmos.
"O sorriso é
a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram o que o coração
procura!"
Por que é tão
importante para nós o sorriso de uma criança? Será porque vem acompanhado da
inocência e não desperta preconceitos?
Sorriso é
sentimento, é emoção, é seu corpo físico exteriorizando o que vai por seu
espírito!
sábado, 28 de agosto de 2021
A vida em vitrais.
Quando
observamos um vitral notamos que é constituído de muitos pedacinhos de diversos
materiais, uns mais opacos, outros mais translúcidos. Assim é também a vida
onde passamos por momentos mais obscuros e outros mais iluminados. Cada uma de
nossas experiências pode ser representada por uma peça colada no vidro de base
e a cola por sua vez representa nossa esperança e nossa fé na vida e resistirá
de acordo com a força e a energia que utilizamos e que somos portadores para segurá-las
no lugar.
Há
vitrais curvos, planos, de diversas formas geométricas, de cores
monocromáticas, de policromáticas, entretanto, cada uma delas têm vida própria
e representa o momento exato de exteriorização das emoções e sentimentos do
artista. Assim também podemos dizer que nossa alma é produto de nossas mãos e
somos responsáveis pela apresentação final da obra, e não há possibilidade
alguma de transferir a autoria da peça.
Quantas
e quantas pessoas, umas de talento e outras nem tanto, demonstram avidez para
manusear esse vitral propondo alterações e mesmo reformas, interferindo no
andamento normal dos acontecimentos preciosos que moldam e dão a forma natural
de cada individualidade. Não devemos deixar tocarem em nossa construção
interior e nem mesmo na pavimentação de nossa estrada. Podemos sim, ouvir, ver,
analisar, refletir e utilizar somente o que for de proveito para a modelagem de
nosso vitral. Assim se tornam únicos e insubstituíveis, reproduzindo naturalmente
nossa imagem original e pura.
Delegar
a busca de materiais a outros é subverter o ordenamento Divino quanto à
necessidade do crescimento baseado na vivência e experiência de cada indivíduo.
Se utilizarmos insumos que nos são estranhos, nossa obra não representará
exatamente o momento que vivemos e o vitral que estamos construindo.
Uns
dirão - que material grosseiro! Outros - que maravilha! Estas opiniões são de
pessoas que não participaram de nossos encontros e desencontros da vida e,
portanto, apesar de podermos classificá-las como úteis, devemos ser
parcimoniosos quanto a estas críticas e considerá-las, talvez, munidos de
conhecimento e sabedoria, acrescentar algo de bom à nossa obra. O que não nos
servir, melhor descartar e rápido.
Interessante
é que quando acendermos nossa luz interior, tudo fique iluminado e assim possamos
mostrar a verdadeira face de nossa essência.
sexta-feira, 20 de agosto de 2021
Dignifique sua palavra – Livro Vibrações de Paz em Família – Estudo 06 – Wanderley Oliveira / Espírito Ermance Dufaux.
[...] porque da abundância do seu coração fala a boca. Lucas, 6:45
Caso
não consiga uma palavra dignificante ante as falas levianas (imprudentes, inconscientes, irresponsáveis),
evite, pelo menos, engrossar a fileira dos que caíram na ação do maldizer. (mentir, depreciar, reprovar, amaldiçoar).
Suas
palavras são o retrato de suas qualidades ou imperfeições, por elas você é
conhecido onde estiver.
Melhore
a disciplina de seu mundo íntimo para que em todos os lugares sua boca fale
daquilo que o coração enriquecido no amor nutre pelo bem.
Examine
os sentimentos que orientam sua fala e conhecerá as raízes dos deslizes verbais
que, quase sempre, são expressões enfermiças de inveja, da ambição, da
irritação e do personalismo.
Quem
derrapa na palavra aciona um sombrio mecanismo íntimo contra si mesmo. (Formas Pensamentos).
Enalteça
a vida e o próximo e perceberá em si mesmo os reflexos saudáveis da alegria e
da energia refazedora.
Quando
o coração se educa nos roteiros do bem e da virtude, a boca se transforma em um
sublime canal de maravilhas e criações, elevando o padrão energético e
protegendo a criatura na luz restauradora do descanso e da saúde, da força e da
serenidade.
Evidente é que a palavra sempre tem como companheiros a atitude, o
gesto, o comportamento, a fineza, os limites, enfim, tudo que traduz a forma
como se apresenta determinada pessoa.
Observações do autor do estudo em segoe print
domingo, 8 de agosto de 2021
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
O homem e suas dúvidas.
É preciso reconhecer que somos falíveis e inconstantes, principalmente quanto aos nossos pensamentos. Quando Jesus pedia aos seus ouvintes para não julgar, sabia ele das dificuldades pelas quais lutava o homem para permanecer e se ajustar aos preceitos da ética nos limites do pensamento. Muito fácil rápido julgar. As aparências enganam... Já dizia um velho ditado popular. E enganam mesmo. Somos graduados em externar opiniões sem reflexão alguma. Nem sempre o que parece, é... Diz outro ditado popular. Muitos apreciam e exaltam a capacidade do Camaleão em transformar sua aparência exterior adequando-a ao meio em que vive. O ser humano não é diferente. Aliás, ganha de longe. Como acreditar no que veem os olhos? Como acreditar na falsa possibilidade que temos de julgar convenientemente o que vemos? Mas esse Deus que nos criou tão perfeitos, como pôde cometer esses erros tão grosseiros? Há razões e espaço para uma profunda reflexão. Observamos o mundo do jeito que somos. Portanto se há enganos no modo de apreciar o mundo, o erro não está em Deus e sim nos homens. Acredite quem quiser. Tanto é verdade que pessoas de diferentes tendências emitem opiniões diversas e distintas a respeito do mesmo fato ou evento. A vida é assim, construída sobre a diversidade. O conceito do correto perde a validade diante da intemperança humana! Somos uma construção sustentada por areia movediça! "Tenho certeza" - dizem uns! "Só sei que nada sei" - diz o Sábio! Verdadeira confissão da fabilidade humana! “Tolerância é a consequência necessária da percepção de que somos pessoas falíveis: errar é humano, e estamos o tempo todo cometendo erros.” (Voltaire) - Cometemos erros porque não somos perfeitos e não detemos a capacidade de discernir perfeitamente a natureza das coisas e isso gera nossas dúvidas. O dia que não houver mais dúvidas, Babau! Estaremos Anjos! Angelitude não é tudo que deseja a humanidade? Por enquanto é bom nos contentar com as nossas falhas, com as nossas dúvidas, com os nossos tropeços, porque um mundo sem erros e dúvidas deve ser muito chato!
sexta-feira, 30 de julho de 2021
Carga & Capacidade – Estudo atualizado em 25.07.2021
Vezes
sem conta, fico imaginando, se as pessoas não estão carregando uma carga além
de suas forças e capacidade, e nesse momento de reflexão, me dou conta de que
poderiam, com certeza, fazer um descarte de problemas, aflições e memórias que
de uma forma ou de outra trazem um peso enorme na agitada vida que o homem
moderno construiu para si mesmo.
Por
que não conseguimos expandir nossas consciências e tornar nossas vidas mais
leves e menos espinhosas?
Fico
imaginando também como a espiritualidade fraterna nos vê. Acredito que possamos
parecer carroças carregadas de bugigangas e muitas quinquilharias sem a menor
utilidade, rangendo nossos sofrimentos autoinfligidos. Mas continuamos a
carregar vida a fora sem saber o porquê e por onde.
As pessoas
estão imersas na roda da existência como pequenos mecanismos de um relógio onde
não é possível se retirar qualquer de suas partes sem que se note sua ausência
como imprescindível para a sequência da marcha.
Será
o tempo assim tão massacrante? O que é o tempo senão uma forma de representação
de um encadeamento de eventos? Eles acontecerão com ou sem você. É necessário ter
paciência e compreensão para que os minutos não sejam verdadeiros pesadelos.
Em
muitas ocasiões é possível observar que “pesos” estão sendo carregados e não há
a percepção de que lá estão por um costume que temos de carregá-los sem
propósito, nos fazendo sofrer e cansar. Vivemos cansados e sem saber a causa
determinante desse sofrimento.
Vejam:
Alguns carregam o peso da culpa e do arrependimento. Outros o remorso de
atitudes desregradas. Mais além, alguns carregam o fardo das reclamações e das
doenças.
Por
que assim fazemos? Porventura, nos sentimos melhor carregados de autopiedade?
Utilizamos esses artifícios para nos desculpar das faltas e dos erros?
O que
passou não volta a não ser que queiramos guardar essas caixinhas de
perturbações no fundo de nossos corações e deixá-las por lá, criando mofo,
poeira e “cheiro” desagradável, interferindo em nossas vidas de forma
destrutiva, exigindo forças e energias para estocá-las que poderiam ser canalizadas
para solução dos problemas e elevar nossa autoestima.
Mais...
Tomar para si as dores e problemas dos outros quando não nos dizem respeito e
que, independente do que façamos não serão resolvidos, é uma forma rápida e
eficiente de envolver e escoar nossas melhores fontes de energia que sabemos
não serem inesgotáveis tanto físicas quanto emocionais. Nesses casos, moderação
é bom e aconselhável.
Cada
um de nós sabe onde pisa, onde pisou e quiçá onde pisará. Não se faz necessário
qualquer ação de nossa parte para evitar-lhes tropeços e conflitos, mesmo porque,
são aprendizados indispensáveis para a evolução espiritual do “ser” e
possivelmente estaremos desrespeitando seu livre-arbítrio e a sua individualidade.
Cada
um (es) colhe o que planta.
Vamos
manter a consciência desperta, vívida, e não nos deixarmos consumir pelo
desalento ou por qualquer outro sentimento de incapacidade. A vida física é um
imenso campo de oportunidades de progresso e evolução e não carecemos de cargas
supérfluas e desnecessárias.
Pensemos
nisso...
sexta-feira, 23 de julho de 2021
Na Falta de Gentileza - Estudo do Capítulo 46 do Livro Vibrações de Paz em Família.
Gentileza - (Amabilidade, elegância, delicadeza, distinção, nobreza).
Não
sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?
(Coríntios,
5:6)
Você se queixa dos ambientes onde faltam os dotes da
cordialidade (afabilidade,
afetividade) e da gentileza?
Observe por outro prisma e verá que neste local estéril
falta quem decida por fazer todo o bem possível.
Ser gentil é o mesmo que tecer uma muralha protetora em
si mesmo, abrigando-se das farpas vibratórias que contaminam os locais
imprevidentes com a desarmonia e a perturbação.
Assuma, espontaneamente, em nome do amor, a condição do
dispensador incondicional das atenções reclamadas.
Os terrenos áridos suplicam ser regados por um pingo de
bondade. A terra seca solicita um filete de água.
Torne-se a referência moral para que os outros encontrem
em você as motivações que, por agora, por eles mesmos, não conseguem acionar.
O tempo apresentará os frutos da sementeira da
afabilidade.
Um pouco de fermento afetivo provoca maravilhas nos
recintos áridos, podendo com o tempo levedar toda a massa e criar o clima da
amizade verdadeira, com a qual possas edificar um ninho de refazimento e
realização para o seus dias de aprendizado na escola dos relacionamentos. (Já perceberam que... quem fala baixo
é que é ouvido?).
Recentemente
realizamos um estudo sobre as Formas Pensamentos, onde pudemos observar que
nossos pensamentos ganham forma e força na medida de nossas possibilidades de
movimentar a matéria etérea ou espiritual.
Segundo a teosofia formas-pensamento são
criações mentais que utilizam a matéria fluídica ou matéria astral para compor
as características de acordo com a natureza do pensamento. Deste
ponto de vista, encarnados e desencarnados podem criar formas-pensamento,
com características boas ou ruins, construtivas ou destrutivas.
Vimos ainda que uma Forma Pensamento é gerada a
partir de três características: 1 – A qualidade do pensamento. 2 – A natureza
do pensamento e, 3 – A exatidão do pensamento.
Portanto, se realmente desejamos trafegar por
ambientes salutares, é necessário trabalharmos estas três características de
modo a obtermos a harmonia, o entendimento e a paz.
E o mais: “Delicadeza é abençoar o outro sem
que ele saiba, porque o mais importante é abençoar”!
Dalai Lama: “Não permita que o comportamento
dos outros tire a sua paz”!
Observações do autor em Segoe Print.
sexta-feira, 16 de julho de 2021
Despache a sua bagagem – Estudo do Capítulo 23 - Livro "Feliz" de José Carlos de Lucca
A
única atitude que, de fato, abre as portas da felicidade é a que ocorre quando
se toma a decisão de ser feliz. Ninguém pode fazer isso por nós. Somos a única
pessoa que sempre estará ao nosso lado, até o fim desta existência (e depois
dela também). Portanto, somos o nosso próprio terapeuta, somos o nosso melhor
amigo, temos que nos colocar para cima, temos que nos motivar, enxugar nossas
lágrimas, estender a mão para nos retirar do fundo do poço!
Richard
Carlson, psicólogo americano, teve uma percepção que considero genial sobre a
felicidade, ao dizer que ela é mais deixar partir a infelicidade do que um
esforço para buscar a felicidade.
Deixar
partir a infelicidade. Para ser feliz, é preciso deixar partir a infelicidade
que fez morada em nós através dos pensamentos e emoções que nos perturbam a
mente e o coração. Vou fazer uma pequena lista das infelicidades que eu vou
mandar embora. Se faltar algo, acrescente seus itens. A partir de hoje, eu
deixo partir...
- Os
pensamentos que sempre me levam às coisas tristes do passado.
(Quantas e quantas
vezes ficamos remoendo acontecimentos do passado, talvez por culpa, talvez por
arrependimento, talvez por falta de compreensão, mas a verdade é que eles, na
maior parte das vezes, não nos deixam pensar nas coisas boas que nos acontecem
e não conseguimos enxergá-las).
- A
sensação de que não sou bom o suficiente.
(Creio que devemos nos esforçar em ser cada vez
melhores, entretanto, fazer disso um martírio, tira nosso sossego e nos torna
amargos).
- O
sentimento que não consigo despertar amor nas pessoas.
(Essa sensação,
acredito, tem muito haver com amor próprio e autoestima. Aquele que não tem
amor por si mesmo, tem imensa dificuldade de envolver outras pessoas em
sentimentos elevados e amorosos. Ficam engessadas, amarradas e não conseguem
transmitir o que há de bom em si mesmo).
- A
tendência de dar excessiva importância a coisas pequenas.
(Dependendo de
suas responsabilidades é perfeitamente aceitável, entretanto, no decorrer da
vida social e familiar vai cansando aqueles que dividem os mesmos espaços. Nem
todos têm a mesma percepção e costume de visualizar pequenos detalhes. Cada um
de nós dá a sua importância às coisas, sejam grandes ou pequenas. Neste caso
acredito ser um exercício diário de desapego).
- A
necessidade de querer agradar a todos.
(Aquele que não
consegue agradar a si mesmo, é inseguro ou foi rejeitado, tem a tendência de
pensar que uma forma de ser aceito nos grupos de convivência, é formando uma
base sólida de relacionamento sendo aquele “que faz tudo pelos outros”
violentando seus próprios princípios. O fim será desastroso).
- O
comportamento perfeccionista.
(Fizemos uma
reflexão extensa sobre este tema em 27 de maio de 2021 - Perfeccionismo – Livro
Vibrações de Paz em Família – Estudo 34 – Wanderley Oliveira / Espírito Ermance
Dufaux).
- A
frieza diante das conquistas alcançadas.
(Pessoas
desalentadas, desanimadas da vida, frequentemente detêm esse comportamento de
autodestruição e autodesmerecimento. Temos também aqueles que já alcançaram
fortuna material, que agem dessa forma por razões íntimas).
- O
medo da opinião dos outros.
(Medo pode ser
traduzido neste contexto por receio, temor, aversão, pânico, repugnância,
fraqueza, timidez, covardia. Para cada situação poderíamos discutir cada um
destes adjetivos e suas consequências, desde o indivíduo ser tímido,
egocêntrico, sociopata, etc., o que requer estudo mais aprofundado).
- O
desejo de estar no controle de tudo a todo o momento.
(O desejo de ter o controle das situações é
um sentimento intrínseco da nossa espécie e justificável: imprevistos e fatores
desconhecidos podem gerar insegurança, medo e vulnerabilidade).
Você não pode controlar tudo e aí vai essas
5 dicas que te ajudarão a lidar...
1.
Comprometer-se a enfrentar
gradualmente a incerteza. ...
2.
Conectar-se a um objetivo maior. ...
3.
Não subestimar sua capacidade de
lidar. ...
4.
Reforçar a resiliência aumentando o autocuidado.
...
5.
Entender que a certeza absoluta é
impossível.
- A
sensibilidade exagerada diante de um “não”.
(Há expectativa de
sucesso? Então um “não” é devastador! Não há expectativa de sucesso? Então um “não”
é perfeitamente tolerado! Vejam que nesse caso, penso ser a questão da
expectativa é quem vai determinar nossa reação ao “não”. Necessário estar
preparado para as respostas da vida).
- O
sentimento de onipotência.
(Onipotente - significa alguém que é capaz de fazer tudo,
não tem nenhum tipo de dificuldade e que é Todo-poderoso. Um ser onipotente é
aquele que não precisa de ninguém, que ele é poderoso em todos os sentidos.
Este é o próprio Deus! Acredito ser o inverso da humildade e do reconhecimento
de que somos todos aprendizes).
- A
sensação de ser incapaz.
(É muito comum as
pessoas dizerem que são incapazes de realizar alguma tarefa ou assumir alguma
responsabilidade. É um fato optarmos por caminhos já percorridos e que
conhecemos do que correr riscos e sair da nossa zona de conforto. Se deixarmos
este tipo de pensamento tomar conta do nosso dia a dia, aí sim teremos
dificuldades cada vez maiores de obter sucesso em nossos empreendimentos e
ideais. Vamos nos lembrar do primeiro parágrafo deste estudo: Somos nós e nós
mesmos. No fim, tudo depende de nós).
E
aí? Faltou algum item na sua lista de adeus à infelicidade?
Lembre-se:
felicidade é uma decisão! Decrete que, a partir de hoje, a infelicidade de está
de malas prontas da sua vida. Despache a sua bagagem, item por item, Isso vai
exigir esforço, treino e perseverança. Mas vale a pena nos livrarmos do excesso
de bagagem, que só atrapalha a nossa viagem pela vida!
Pesquisas indicam
que pessoas felizes têm quatro atributos básicos:
1 – Boa
autoestima.
2 – Senso de
controle.
3 – Otimismo.
4 – Sociabilidade.
Necessário citar
que cada um de nós tem uma história e não há um método específico que dê os
resultados esperados para todos, igualmente. Para sermos felizes precisamos nos
conhecer. Saber quem somos, qual o papel que pretendemos desempenhar neste
mundo e onde desejamos chegar. É uma tarefa que tem início, mas não tem fim.
Sempre estaremos buscando nossa tranquilidade interior. Então, podemos dizer
que “Felicidade” é outro nome para “Consciência Tranquila”!
Pergunta:
Observaram que todos os itens relacionados dizem respeito ao que você “É” e não
ao que você “TEM”?
Mensagem de Chico
Xavier: “Aprendi a deixar os dias mais simples, mais leves... Comecei a
acreditar que ser feliz é descomplicar a vida, pelo lado de dentro”!
Outras atitudes
que poderão ser tomadas para deixar ir a infelicidade:
1 – A sensação de um vazio eterno...
2 – A sensação de perda irreparável...
3 – Mágoas persistentes...
4 – Doentismo exacerbado...
sábado, 3 de julho de 2021
Contigo Mesmo – Estudo - Renovando Atitudes Hammed – Psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto
“O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo; termina no limite que não gostaríeis de ver ultrapassado em relação a vós mesmos.” (Cap. XVII, item 7 - ESE).
Como decifrar o dever? De que maneira
observar o dever íntimo impresso na consciência, diante de tantos deveres
sociais, profissionais e afetivos que muitas vezes nos impõem caminhos
divergentes? (Demanda reflexão e amadurecimento)
Efetivamente, nasceste e cresceste
apenas para seres único no mundo. Em toda parte não existe ninguém igual a tua
maneira de ser, portanto não podes perder de vista essa verdade, para
encontrares o dever que te compete perante a vida.
Teu primordial compromisso é contigo
mesmo, e tua tarefa mais importante na Terra, para a qual estás unicamente
preparado, é desenvolver tua individualidade no transcorrer de tua longa
jornada evolutiva.
Preocupar-te com os deveres alheios é
distrair-te de tuas próprias responsabilidades, pois não concretizas teus
ideais nem deixais que os outros cumpram suas obrigações (compromissos, encargos, incumbências) pessoais. Não nos
referimos aqui à ajuda real que é sempre importante, mas sim à intromissão nas
competências (aptidões, capacidades, habilidades,
perícias, dons, destrezas) dos outros, impedindo que as criaturas
adquiram autonomia e vida própria.
Assumir deveres (obrigações) dos outros é sabotar os
relacionamentos que poderiam ser prósperos e duradouros. Por não compreenderes
bem o teu interior, é que te comparas aos outros, esquecendo que nenhum de nós
está predestinado a receber, ao mesmo tempo, os mesmos ensinamentos e fazer as
mesmas coisas, pois existem inúmeras formas de viver e evoluir. Lembra-te de
que deverias importar-te somente com a tua maneira de ser.
Não podemos nos esquecer de que aquele
que se compara acaba se sentido elevado ou rebaixado. Nunca se dá o devido
valor e nunca percebe corretamente como se é.
Teus empenhos (esforços, interesses) íntimos (particulares) deverão ser
voltados unicamente para a tua pessoa, e nunca deverás acomodar pontos de vista
diversos, porque, além de te perderes, não ajustarás os limites onde começa a
ameaça à tua felicidade, ou à felicidade do teu próximo. (O que tenho dentro de mim, meu cerne, minha
individualidade, foi construído de forma particular e íntima em múltiplas
encarnações, agregando valores muito particulares ao meu espírito, e a cada nova
encarnação me serve de guia para novas experimentações e aquisições).
Muitos acreditam que seus deveres são
de corrigenda e repressão às atitudes alheias, vivem em constantes flutuações
existenciais por não saberem esperar o fluxo de a vida agir naturalmente,
asseverando sempre que suas obrigações são em “nome da salvação” e, desta
forma, controlam e forçam as coisas a acontecerem quando e como querem.
Dizem: - “Fazemos isso porque só
estamos tentando ajudar”. Forçam eventos, escrevem roteiros, fazem o que for
necessário para garantir que os atores e as cenas tenham o desempenho e o
desenlace que determinaram e acreditam, insistentemente, que seu dever é salvar
almas, não percebendo que só podem salvar realmente a si mesmos.
Nosso dever é redescobrir o que é
verdadeiro para nós. Não é esconder nossos sentimentos de qualquer pessoa ou de
nós mesmos, mas sim ter a liberdade e segurança em nossas relações pessoais,
para decidirmos seguir na direção que nós mesmos escolhermos. Não “devemos” ser
o que nossos pais ou a sociedade querem nos impor ou definir como melhor.
Precisamos compreender que nossos objetivos e finalidade de vida têm valor
unicamente para nós; os dos outros, particularmente para eles. (Neste caso,
creio que o autor esteja se referindo aos adultos e não às crianças que,
evidentemente, necessitam de auxílio e direção).
Obrigação pode ser conceituada como
sendo o que deveríamos fazer para agradar as pessoas, ou para nos enquadrar no
que elas esperam de nós, entretanto, o dever é um processo de auscultar (procurar saber, inquirir;
investigar) a nós mesmos,
descortinando nossa estrada interior, para logo após, materializá-la num
processo lento e constante.
Ao decifrar (entender, decodificar, desenredar, desembaralhar,
desembaraçar) nosso real dever, uma sensação de autorrealização toma
conta de nossa atmosfera espiritual, e passamos a apreciar os verdadeiros e fundamentais
valores da vida, associados a um prazer inexplicável. (Neste ponto, estaremos assumindo nosso verdadeiro eu
íntimo, o eu individual).
Lembremo-nos da afirmação do espírito
Lázaro em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”: “O dever é a obrigação moral,
diante de si mesmo primeiro, e dos outros em seguida”.
Em resumo, penso que tenho a obrigação de estancar minhas
vontades de dominação do outro e deixá-lo buscar seus próprios caminhos. Não
posso constranger as iniciativas do outro e, devo se for o caso, observar seu
desenvolvimento intelectual, moral, conceitual e espiritual, sem, no entanto,
colocando diretrizes infundadas e sem cabimento. Notoriamente somos
especialistas em carimbar o outro com as nossas percepções da vida e da
realidade.
Não há o certo e o errado. O que há são nossas
características próprias guiando nossas atitudes, pensamentos e obras, assim
como não há pecado e sim comportamentos inadequados à espera de nosso
amadurecimento para repará-los dentro das perspectivas de nosso desenvolvimento
espiritual na atualidade.
Eu acredito que os bons exemplos ainda são a melhor forma
de demonstrar os reais valores que devem nortear nossas vidas. E é interessante
notar que, aqueles que estão em um nível de desenvolvimento espiritual à altura
do observado, se harmonizam vibratóriamente com ele e, sem o perceberem,
auferem novos conceitos, ideias e juízos.
Observações do autor do estudo em Segoe Print


