quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Mensagem Fim de Ano - Post Year End


Elisabeth...

Foi por distração e não por objetividade
Que em meados de 69
Pensando diversamente
Sem nada em mente
Apareceu...

Toda marcada
Rosto colorido
Ao pé da escada
Emoldurada
Apareceu...

De há muito tempo
Nem desconfiava
A danada me fitava...
E por vidraças corrediças
Sonhava...

Difícil esclarecer
Mais difícil entender
Como age o Universo
A favor da vida
A favor da afinidade.

Idas e vindas
Caminhava lentamente
Nem imaginava
Observava alegremente
Verdes olhos sorridentes.

De volta em volta
De olhar em olhar
De palavras em palavras
De dúvidas e anseios
De certezas e devaneios.

Em meados de 69
Por um agrado de Deus
Apareceu...
Aconteceu...
E aqui estou eu...



terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Jesus...

Caminhando no solo árido dos corações endurecidos.

Adentrando nas cavernas sombrias das perfídias.

Suportando o calor das mentes deturpadas.

Inalando a fuligem das almas enegrecidas.

Carregando nos ombros os exemplos deturpados.

Prossegue Jesus...

Prossegue regando suas sementes amadas.

Prossegue alimentando a esperança dos filhos transviados.

Prossegue irrigando os ideais prematuros.

Prossegue iluminando as mentes indisciplinadas.

Prossegue elevando o espírito vacilante.

Auxilia-nos Jesus...

A prosseguir mesmo no improvável.

A romper mesmo na clausura.

A dominar nossos instintos mesmo na intemperança.

A tatear o molde de nossas vidas.



A enxergar a Tua Luz mesmo na escuridão de nossas almas.



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sentimentos...

Pudera ter domínio dos sentimentos...
Usar a lógica e o raciocínio cartesiano para determinar sua complexidade.
Sentimentos não são análogos, semelhantes ou parecidos e podemos discernir os efeitos através de nossa sensibilidade.
Há aqueles que voltam em algum momento e nos trazem lembranças esquecidas como que revivendo as emoções do impacto em nossos corações.
Maravilhosa sensação ao brotar tal percepção trazendo à tona algo que pensávamos ter passado e não mais retornar.
Incrível os movimentos cíclicos da vida nos indicando que algo de muito valioso permanece adormecido em nossa alma.
Sentir o cheiro e o gosto das emoções, revivendo psiquicamente o instante.
Tudo volta com clareza distinta e absoluta levantando a hipótese do imponderável real.
Resgatar a situação e o momento em que ocorreu, independente de nossa vontade temporal.
Inspirador ter acesso a algum registro do inconsciente mesmo que por diminuto espaço de tempo. Uma chispa de lucidez.
Sim, é possível!
Quantas memórias gravadas retornarão ao consciente de alguma situação distante da existência eterna.
Dizem os exotéricos que tudo fica gravado na “Árvore da Vida”!
Registros Akáshicos segundo o hinduísmo e correntes místicas.
Real, irreal, que importa?
O sentimento não pode ser medido, pesado ou circunscrito. É o que é.
A ninguém e em momento algum será assimilado a não ser por um só indivíduo, que terá seu domínio eternizado no cerne do seu espírito, razão do princípio e fim de sua própria jornada.
O espírito se renova e agrega atributos a cada nota de sua partitura existencial expondo a infinidade de possibilidades latentes e reveladas quando o entendimento e a compreensão já amadureceram e transbordaram acima do nível da sabedoria pré-existente.
Deus é Deus e em algum lugar e tempo teremos a oportunidade de compreender a razão e o porquê de nossa existência, quando então passaremos a “existir” e não somente ser uma somatória de sentimentos arquivados em algum lugar de nossos espíritos imortais.

Pensemos nisso...


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Pátria do Evangelho, Coração do Mundo...

Não se iludam caros brasileiros...

Grandes batalhas nos esperam para 2016...

A guerra está declarada e teremos muito trabalho no ano que se inicia...

Não pensem que a espiritualidade inferior dorme... Estão mais ativos do que nunca e utilizam de todas as ferramentas que dispõem para tentar dominar nosso planeta.
 
E nosso Brasil, Pátria do Evangelho, Coração do Mundo é o mais visado no momento em razão de seu destino traçado em evos tempos... 

Forças invisíveis em pleno desenvolvimento de planos maquiavélicos utilizam das vaidades humanas para anular os efeitos benéficos que aqui são produzidos em favor de nossa humanidade.

Nossas deficiências espirituais proporcionam portas abertas às entidades encarnadas e desencarnadas na tentativa de domínio de nossa pátria.

A lição última está em andamento e quem ainda não despertou para esta realidade será tragado pelo turbilhão de eventos desintegradores de consciências.

Orgulho, personalismo, preconceito, prepotência, vaidade, desonestidade, ambição, mentira e rancor entre os homens, são algumas das ferramentas de que dispõe aqueles que ainda não se integraram ao Mundo Crístico.

Não importa a religião que professam os homens, a crença ou credo, todos os de boa vontade serão chamados à categoria de guardiões da esperança, da brandura, do perdão, da renúncia, da abnegação, da sensatez, da fraternidade e do amor.

Os tempos difíceis será a prova definitiva para aqueles que herdarão as planícies, os lagos e os mares de um outro tempo na terra, mais terno, mais sereno e com enorme desenvolvimento espiritual... 

Não estamos sós e nunca estaremos sós.

A Terra é nossa escola e o ano de 2016 será o terreno onde serão identificados e diferenciados os homens das crianças...

A fé, a esperança e a caridade são os atributos amorosos de desintegração das forças inferiores do espírito humano para alcançarmos o Mundo de Regeneração tão aguardado, atendendo assim aos desígnios do Criador.


Bom dia!



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Sabemos pedir ajuda?

Devemos auxiliar a quem não sabe pedir? Ou está impossibilitado de pedir?

E não estamos nos referindo à crianças, indivíduos em coma, deficientes ou mesmo aquelas que em presente desespero ou depressão se encontram impedidas de pensar com clareza.
Há ainda aquelas que, devido sua condição de vida, não conseguem nem mesmo expressar seus sentimentos em relação a si mesmo e ao mundo.
“Parece simples pedir ajuda. Entretanto muitas pessoas resistem a isso. Pedir ajuda pode representar não só assumir a própria fragilidade, como também a exposição dessa fragilidade para outras pessoas. Muitos não querem isso porque é incômodo aceitar a própria fragilidade em um mundo feito para fortes. (Orgulho)
Além disso, pessoas aparentemente fortes, ou que se percebem mais predispostas a ajudar do que receber ajuda, podem ter dificuldades em trocar de papel e aceitar auxílio. A falta de flexibilidade pode levar a uma sobrecarga de tarefas e, no íntimo, muitos dos que ajudam desejam ser retribuídos,  querem receber ajuda para aliviar a carga.
Pessoas aparentemente mais frágeis e que pedem ajuda com mais naturalidade, por muitas vezes se restabelecem e superam desafios mais rapidamente do que pessoas aparentemente mais fortes e que resistem a solicitar auxílio.
Todo mundo precisa de ajuda em algum momento da vida, não existe ninguém que não precise de socorro ao longo da caminhada, o que acontece é que nem sempre pedimos ou aceitamos. Às vezes, as pessoas que nos querem bem percebem a nossa necessidade e se aproximam, mas se não admitimos a necessidade de apoio, podemos desperdiçar esses valiosos recursos que a vida nos oferece.
Pedir ajuda, em quaisquer situações da vida: no trabalho, na saúde, na família, pode trazer grande alívio. Podemos dividir o fardo de algumas situações e não precisar “carregar” tudo sozinho e isso nos permite ouvir palavras acolhedoras, encontrar novas formas de enfrentar uma situação que aparentemente não tem saída, ganhar novo ânimo, receber um ombro para descansar nossas preocupações e superar desafios.
A ajuda espiritual, para aqueles que acreditam em algo maior, estar conectado com a sua espiritualidade, seja ela qual for, ajuda muito no processo. Já foi comprovado, através de estudos, que a fé é um importante aliado na superação das dificuldades da vida.

Saber o momento de pedir ajuda, e não ter vergonha em fazê-lo, é fundamental para a nossa saúde psíquica, mostra que reconhecemos o nosso limite e que podemos fazer alguma coisa de bom por nós mesmos. Aceitar ajuda é tornar a vida mais humana e leve.”
Reconhecer nossos limites revela amadurecimento do espírito e percepção de nossa íntima natureza.
Por muito tempo acreditei e aplicava o conceito de que só deveria auxiliar àqueles que formalmente solicitavam ajuda. Hoje tenho minhas sinceras dúvidas. Explico.
Após uma recomendação intuitiva acompanhada de vibrações sutis, claras e abrangentes passei a refletir sobre o tema com um pouco mais de cuidado e atenção. O quadro apresentado trouxe uma ideia muito mais acurada da situação dos indivíduos terrestres e levantou definitivamente uma questão de relevante propositura na aplicação dos ensinamentos de Jesus: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”!
O que vocês acham? Devemos ou não auxiliar aos que se negam a pedir ajuda?
Podemos até não atingir nosso objetivo devido não encontrar as “portas abertas” para que a devida recepção os alcance, entretanto, podemos e devemos concluir que: “Doar é nossa obrigação”. Já receber..., depende inteiramente do livre-arbítrio de nosso alvo.
Pensemos nisso.

Base do estudo: Texto modificado de Marcela Pimenta Pavan (psicóloga)


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Uma tal de Ruth...

Minha sogra partiu...
Foi pelos 13 de agosto
Foi-se do jeito que queria
Lá pros lados de Maria.

Tamanha dignidade
Não perdia a acuidade
Cedo a sofrer aprendeu
Da vida nunca se arrependeu.

Já no fim dos sóis
Tempo não perdia nem a pensar
Punha logo a quem lhe cuidava
No tricô a trabalhar.

Dormia cedo e cedo despertava
Café, chocolate, doce e bolo
Mal lhe fazia, dizia
Mas logo esquecia e tudo comia.

Mulher de fibra
Muito murro em ponta de faca
Nada lhe abatia
Nem mesmo as antipatia.

Mulher, a luz tem que dar
Rebentos não podem faltar
A cutucar as netas e atrelados
Sinceridade no falar.

Eta mineirinha porreta
E olha que veio de Maria lá das Minas
Lugar qualquer não é
Essa tal de Maria da Fé.

Contava suas histórias
E descorria suas memórias
Das peraltices de criança
Às aventuras de mocinha
Nada esquecia
Mesmo daquelas mais precoces
Nada lhe escapava
Nem dos sons que só escutava.

Mesmo agora anda pelo mundo
Disputando o lugar dos escolhidos
Ajudando uns e outros
A desatar seus nós sem contra nem prós.

Olhos atentos, pensamentos aguçados
Do francês dos seus tempos de primário
Das longas frases das músicas das serestas
Vivia a vida que Deus lhe deu
Sem reclamar das tristezas do caminho
Mesmo no finzinho
Foi da maneira que quis e na sua hora
Essa tal de Ruth de Carvalho Viola.





quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Esperança...


Narra-se que um monge que vivia da mendicância, sem abrigo, recolheu-se numa gruta para o repouso noturno em bela paisagem banhada de luar.

Adormeceu, veio um bandido e lhe furtou a capa de que se utilizava como agasalho.

O frio da madrugada despertou-o e, dando-se conta do infortúnio, porém fascinado pela claridade da lua, aproximou-se da entrada da gruta e, emocionando-se com o que viu, exclamou:

Que bom que o ladrão não me furtou a lua!

E sorrindo, pôs-se a meditar...


Há dias que temos uma verdadeira impressão de que chegamos ao fim do caminho. Ou não é assim?

Olhamos para frente, olhamos para os lados e para trás e não vislumbramos uma saída.

Parece que tudo pelo que lutamos foi levado para bem distante e estamos sem a possibilidade de atingir os objetivos anteriormente estabelecidos.

Mas há duas formas de encarar esta realidade que se apresenta momentaneamente.

Uma forma é entrar em desespero e se entregar à desesperança.

Outra forma, e a mais aconselhável, é acreditar em você mesmo, acreditar que nada é definitivo e que tudo que ocorre em nossas vidas tem o propósito de nos tornar mais fortes e mais resistentes para suportar outras experiências.

E de repente, como acontece com a natureza, aquela paisagem que nos parecia agressiva muda. O tom acinzentado cede lugar às cores. É a esperança.

Quando a chama da esperança reacende nosso íntimo, nossos sonhos desfeitos são substituídos por outros mais elevados e consistentes, e modificando os objetivos, o entusiasmo invade a alma e a luz ilumina os pensamentos.

Jesus, o Sublime Galileu, falou-nos da esperança no Sermão da Montanha, com o suave canto das bem-aventuranças.

Se a desesperança acercar-se de nós, lembremos o Amigo Celeste a nos dizer: Meu fardo é leve, meu jugo é suave.

Se Seu jugo é suave, por que não O aceitamos?

Se Seu fardo é leve por que não O conduzimos?

Assim, em qualquer circunstância, deixemos que a esperança invada nossa alma, confiantes de que não há mal que sempre dure.


Com Jesus, desesperar jamais!


domingo, 11 de outubro de 2015

O mundo e você...

Não importa como está o mundo. O importante é como você vê este mundo.

É você que determinada como sentir o mundo.

Já notaram que nossa percepção íntima influi verdadeiramente na maneira como pensamos e observamos a existência?

Quando estamos bem, o mundo nos parece amigável.

Quando não estamos tão bem, o mundo nos parece agressivo.

A observação que você faz do mundo depende inteiramente do seu estado de espírito!

Nisso, o Budismo ensina a enxergar bem, aqui e agora.

O que passou, passou. O que virá, virá.

Você está aqui e agora. Nada mais!

O importante é ver e sentir sem as influências passadas e apreensões futuras.

Buda usou para definir este estado “correto” de samma.

O mundo se expressa em linguagem própria. Depende exclusivamente de você interagir ou não na mesma linguagem.

Perder-se em pensamentos e na imaginação remove você da experiência imediata do aqui e agora.

Desperte, remova as apreensões, aquiete seu coração, retome a alegria de viver, reforme seus sentimentos para a felicidade, sinta sua energia, respire a paz, ilumine seu interior.

“Seja uma Luz para Si mesmo”!